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O Spurs vai à Disney

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O Spurs vai à Disney

O San Antonio Spurs se juntará a outras 21 equipes no complexo de ginásios da ESPN no Disney World, em Orlando, para finalizar a temporada 2019-20 da NBA. E como já vem sendo divulgado, as franquias terão 8 partidas para tentar a classificação para os playoffs, mas há uma série de modificações no sistema, principalmente em relação a oitava posição, que pode disputar um torneio “play-in”.

Mas o que o retorno da NBA significa para o Spurs?

Com a recente notícia de que LaMarcus Aldridge estará fora dessa temporada, as chances de classificação da franquia preta e prata, que já eram pequenas, parecem ter praticamente desaparecido. Afinal, 8 jogos é pouco tempo para qualquer equipe implementar uma nova rotação ideal depois de perder um de seus principais pilares.

Tankar, no entanto, não é uma opção. As posições do draft, isto é, as 14 primeiras escolhas, já estão definidas de acordo com as classificações anteriores à suspensão da temporada. A única chance que o Spurs tem de melhorar a sua escolha é com uma eventual classificação do Phoenix Suns aos playoffs, algo ainda mais improvável que a própria classificação texana.

Dito isso, o retorno da NBA ainda terá muito significado para o Spurs, que não só possui chances – ainda que mínimas – de classificação para o seu 23º playoffs consecutivo, como também tem muitos jovens jogadores precisando de minutos para mostrar serviço e desenvolver seu jogo. Lonnie Walker, Keldon Johnson e até mesmo Dejounte Murray e Derrick White terão uma importância maior do que a de costume com a ausência de LaMarcus Aldridge.

O problema é que nenhum desses jogadores ocupam as posições em que Aldridge jogava, o que cria uma grande chance da comissão técnica apostar em rotações mais baixas quando Jakob Poeltl estiver no banco. Um quinteto formado por Murray, White, Walker, DeRozan e Gay, por exemplo, é bem possível diante dessas circunstâncias, já que os dois últimos já foram testados nas posições 4 e 5 durante a temporada.

A outra possibilidade é de dar mais espaço a nomes como Drew Eubanks, Luka Samanic e Chimezie Metu ou até mesmo assinar um pivô que esteja disponível no mercado, o que não parece tão provável.

Para se classificar aos playoffs pelo 23º ano consecutivo, contudo, o Spurs precisará vencer suas partidas independente da rotação que utilizar.

Matematicamente a tarefa é difícil, mas está longe de ser impossível, visto que a franquia deve depender apenas de si mesmo para atingir a classificação. Confira abaixo a tabela (via Paul Garcia) sobre o que precisa acontecer para que o Spurs chegue à 9ª posição, suficiente para uma possível partida eliminatória, o “play-in”, com o 8º colocado:

Better=Melhor – Worse=Pior.

Como a classificação será definida por porcentagem de vitórias, o Spurs precisa de um recorde apenas ligeiramente (uma vitória) melhor que Blazers, Pelicans e Kings para garantir a 9ª posição na Disney. A maior dificuldade estará em manter-se a 4 jogos ou menos de distância do Memphis Grizzlies, o que também não é inimaginável.

Sem o calendário de partidas divulgado, ainda não dá para ter uma real noção das chances de nenhuma das franquias. O que já se pode afirmar, todavia, é que os confrontos diretos serão cruciais e que, portanto, cada equipe do Oeste – com a exceção do Phoenix Suns -deve depender apenas de si para chegar ao menos à 9ª posição.

O questionamento que surge é: dá para o Spurs depender apenas de si com essa rotação?

A resposta nós só teremos em quadra.

Este texto é de responsabilidade do autor e não reflete necessariamente a linha editorial do Bskt Brasil.

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